Da vida comumente mágica que levo ao seu ladinho, meu xamego, meu nirvaninha...
Embora seu amor desinteressado esteja indo embora, eu te amo tanto que até dói.
-Mamãe, ocê, ocê, ocê, ocê me ama?
-Sim, meu amor.
-Muitão gandão?
-Muito, muito, muito, bem grande do tamanho do céu.
-Do céu não, mamãe, tá escúio, tamanho da, da, da... Da panhede, do teto. E uma mãozinha gordinha, com o mindinho torto, por puro capricho da genética, se levanta.
-Tudo bem então, filho, te amo do tamanho da parede e do teto.
-Ocê faz mamadeia chocoiate e mucilon, pa Dudú?
-Faço, meu amor.
Uma mãe preguiçosa que levanta às duas da manhã, seguida de um par de perninhas gordinhas com uma pinta preta na coxa direita, também, por puro capricho da genética.
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